MINAS RECOMENDA

SOMBRAS DO DESCOBRIMENTO
ZéBeto Fernandes[1]


O Livro de Esperanza... anotações mágicas de uma mulher que desafiou as trevas da fogueira e conheceu mais do que permitia seu tempo. Perseguida como bruxa pela inquisição, foge da Espanha num circo. “Na vida nada é definitivo, só a morte. Os caminhos passam, as pedras ficam...” Vem travestida de homem na frota de Cabral para o Novo Mundo. E cá, fica a mulher no continente, fugindo da cruz e do santo inquérito. “A imaginação é o instrumento que nos permite conceber e refazer o universo eternamente, inclusive a matéria, as coisas aparentemente inanimadas.” Ao sinal da primeira missa, embrenha-se no mato onde vive o povoamento de Minas Gerais. Descobre o Brasil do ouro. Índios, negros e brancos misturam as lendas vivas e forjam o duelo entre o sonho feminino de recriar o mundo e a tragédia do poder masculino a rezar o destino. Esperanza vive a morte em pequenas doses para eternizar a vida. A longevidade... “O tempo não passa, a vida é que sim”.

A obra está disponível em uma comunidade do orkut http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=14868699

Editora Armazém Digital – Rio de Janeiro - 2005


CRÔNICAS IMPERTINENTES
Renato Muniz Barreto de Carvalho[2]

Um livro valioso. Percebe-se nele uma irreverência refinada. As crônicas são impertinentes, mas oportunas, revelam insatisfações com o status quo. Contêm certo grau de saudosismo, enquanto abordam problemas atuais. Acima de tudo, são crônicas sinceras. Sem a pretensão de agradar, desnudam as preferências do autor. Colocam sobre a mesa idéias, anseios e insatisfações pertinentes.

Ao ler Crônicas Impertinentes, somos levados a um passeio, ora na cidade, ora no campo, rico em detalhes e histórias originais. O amor pela natureza caminha lado a lado com a admiração pelas cidades, pelo meio urbano, pelos seres humanos.

Nesse momento da nossa história, quando parece que perdemos nossos referenciais, nessa corrida louca e insana que caracteriza a vida moderna, este livro chega em boa hora. Cumpre seu papel histórico de dar um grito de alerta, fazendo uso de armas poderosíssimas: conhecimento e simplicidade.

Antônio Nascimento Silva Teixeira
Editora Scortecci - São Paulo - 2008


[1] Uberabense, escritor, professor universitário, apaixonado pelo carnaval carioca e por História e ferrenho defensor da democracia. Escreveu também "Nem ficou a Pátria livre nem morri pelo Brasil" e, no prelo," Desemboque na curva do tempo".
[2] Uberabense, escritor, professor universitário e incansável combatente a favor da preservação ecológica. Escreveu também "A cidade perdida - anotações sobre o cotidiano".



1 comentários:

  1. simone disse...:

    Oi Fe, amei seu blog e vi seu sarau, td lindooooo.bjs.Simone

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